1982, na Espanha, apresentação modesta.
1986, no México, o bicampeonato mundial da Argentina.
1990, na Itália, o vice-campeonato.
1994, nos EUA, a tragédia para os argentinos... O doping de Diego Armando Maradona e a eliminação contra a Romênia.
Foi nos Estados Unidos que Maradona atuou pela última vez na Copa do Mundo. De lá para cá, foram três Mundiais, e a poderosa Argentina não foi tão longe, sendo eliminada precocemente e nem chegando perto de seu terceiro título mundial. A França, Coréia e Japão, e a Alemanha receberam uma seleção Argentina poderosa, porém não vencedora. Maradona pode retornar a Copa em 2010. Seu reencontro com o Mundial depende apenas da Federação Argentina de Futebol (AFA), só que desta vez como treinador.
1998 – França – QUARTAS-DE-FINAL
Comandados por Daniel Passarella, os argentinos levaram a França jogadores como Batistuta, Cláudio López, Verón, Ortega, Gallardo, Crespo e Simeone.
O favoritismo ficou evidente logo na primeira fase, após três vitórias no Grupo H, sobre Japão, Croácia e Jamaica. Foram sete gols, quatro de Batistuta, e nenhum sofrido.
Após vencer a Inglaterra nos pênaltis, pelas oitavas-de-final, o adversário seguinte foi a Holanda. A eliminação veio no minuto final, com gol de Kluivert. Foi o carimbo de volta da França nas quartas-de-final.
2002 – Coréia/Japão – PRIMEIRA FASEDesde as Eliminatórias até a estréia dos argentinos, o favoritismo os acompanhou. O mau momento brasileiro, que garantiu a vaga apenas na última rodada para a Copa na Ásia, fez com que as esperanças da América do Sul se concentrassem na seleção de Bielsa. Mesclando experiência e novos valores, a Argentina surpreendeu o mundo, mas de maneira negativa. Com a base de 94/98 os argentinos caíram no Grupo da Morte.
Com gol de Batistuta, venceu a Nigéria na estréia. A derrota para a Inglaterra de Beckham e o empate suado com a Suécia deixou os argentinos com um ponto a menos que ingleses e suecos.
40 anos depois a Argentina voltou para a casa logo na primeira fase.
2006 – Alemanha – QUARTAS-DE-FINALBastante renovada e com a nova jóia argentina, Lionel Messi, a seleção de José Pekerman tentou apagar o vexame da copa anterior. O azar começou logo no sorteio, novamente no Grupo da Morte. As boas vitórias contra Costa do Marfim e Sérvia e Montenegro os classificaram, deixando o empate final contra a Holanda sem grande importância. No mata-mata, a vítima seguinte foi o México. Com golaço de Maxi Rodriguez, na prorrogação, a Argentina avançou para enfrentar os donos da casa nas quartas-de-final. Contra os alemães, derrota nos pênaltis e mais uma vez sofrimento argentino.
2010 – África do SulA solução encontrada pela AFA foi trazer ao comando a figura mais idolatrada do país. Em outubro de 2008, Maradona foi nomeado técnico da seleção para a classificação e posteriormente a disputa da Copa do Mundo na África do Sul em 2010. A classificação suada e a contestação dos argentinos podem fazer com que Maradona não embarque junto com seus comandados no ano que vem A escolha por Diego foi mais pela emoção do que com a razão. Maradona não é técnico e dificilmente será com sua cabeça dura. Mas sua liderança e espírito podem ser o diferencial em um torneio de ‘tiro-curto’ e decisivo como a Copa do Mundo, onde o psicológico e a emoção podem fazer a diferença. Basta saber se D10S sobreviverá até lá...